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A FMEA foi feita para a auditoria, ficou na pasta e as ações nunca saíram do papel?

Planilha FMEA para priorizar modos de falha e medir o efeito das ações

Analise modos de falha de equipamento ou processo, calcule o RPN, priorize por faixas e compare o antes e o depois de cada ação. Para confiabilidade e qualidade. Grátis, pronta para usar.

RPN = S × O × D por fórmulaPrioridade por faixas editáveisPareto de RPN e RPN após ação

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Escalas de 1 a 10 de severidade, ocorrência e detecção prontas · 4,5 no Capterra (121 avaliações)

5abas com exemplo
sismetro-planilha-fmea.xlsx

Planilha de FMEA (análise de modos de falha e efeitos) para equipamentos e processos: para cada item e função, registre o modo de falha, o efeito, a causa e o controle atual, e dê notas de severidade (S), ocorrência (O) e detecção (D) de 1 a 10. A planilha calcula o RPN = S × O × D, a prioridade por faixas editáveis, o RPN depois da ação e o Pareto dos maiores riscos. O exemplo é a FMEA da envasadora de uma indústria de bebidas.

1. Monte a equipe (manutenção, operação, qualidade e segurança) e defina o escopo: equipamento, linha ou processo.

2. Na aba FMEA, liste item, função, modo de falha, efeito, causa e o controle que existe hoje.

3. Dê as notas S, O e D usando a aba Escalas. O RPN e a prioridade aparecem sozinhos.

4. Para as prioridades Alta e Média, defina ação, responsável e prazo; depois da ação, reavalie S, O e D.

5. Use o Pareto de RPN para escolher onde agir primeiro e revise a FMEA após falhas ou mudanças.

RPN = S × O × D (1 a 1.000). Prioridade Alta quando o RPN alcança a faixa alta ou quando a severidade é crítica (padrão: S ≥ 9, mesmo com RPN baixo); Média a partir da faixa média; senão Baixa. As faixas ficam na aba Escalas. RPN após = S × O × D reavaliados depois da ação; Redução = 1 − RPN após ÷ RPN.

Observação: o manual AIAG-VDA de FMEA (2019) substitui o RPN pela Prioridade de Ação (AP), que combina S, O e D em uma tabela própria em vez de multiplicar as notas. Se o seu cliente exige AIAG-VDA, use a tabela de AP do manual; esta planilha usa o RPN clássico, comum em FMEA de equipamentos e manutenção.

Legenda: amarelo claro = você preenche; cinza = fórmula (não apague).

Planilha resolve até certo ponto: quando precisar de alertas, app no celular e histórico, use o Sismetro grátis.

NotaSeveridade (S)Ocorrência (O)Detecção (D)
210Risco à segurança ou ao meio ambiente, sem avisoVárias vezes por semanaNão há controle ou a falha não pode ser detectada
39Risco à segurança ou descumprimento legal, com aviso; produto inseguro pode chegar ao clienteCerca de uma vez por semanaControle muito improvável de detectar (só por acaso)
48Parada total por longo período ou grande perda de produçãoAlgumas vezes por mêsInspeção visual esporádica
57Parada da linha ou produto não conforme que exige retrabalho ou sucataCerca de uma vez por mêsInspeção visual periódica sem critério definido
66Parada parcial ou queda relevante de desempenhoUma vez a cada 2 a 3 mesesInspeção periódica com checklist e critério de aceitação
75Perda moderada de desempenho ou reclamação internaUma vez a cada 6 mesesMedição manual periódica (termografia, vibração em rota)
84Pequena perda de desempenho, percebida pela maioria dos operadoresCerca de uma vez por anoMedição frequente com limites de alerta definidos
93Efeito pequeno, percebido por operadores atentosUma vez a cada 2 a 3 anosMonitoramento contínuo com alarme

Escalas de 1 a 10 editáveis e faixas de prioridade: RPN ≥ 200 = Alta, RPN ≥ 100 = Média, severidade ≥ 9 = Alta.

Item / equipamentoModo de falhaSODRPNPrioridadeRPN após
2Redutor principalTravamento do rolamento866288Alta72
3Válvulas de enchimentoVazamento na vedação954180Alta72
4TampadoraTorque fora da especificação755175Média63
5Esteira de entradaRuptura da corrente645120Média
6Sistema pneumáticoCilindro sem força ou lento578280Alta45
7Motor principal 30 cvQueima do motor83496Baixa
8Sensor de nível da enchedoraLeitura falsa84396Baixa
9CLP e painelFalha de comunicação com a IHM637126Média

RPN = S × O × D, prioridade por faixas editáveis, RPN após a ação, redução e situação da ação.

PosiçãoNºItem / equipamentoModo de falhaRPN% acumuladoPrioridadeRPN após
211Redutor principalTravamento do rolamento28817%Alta72
325Sistema pneumáticoCilindro sem força ou lento28034%Alta45
432Válvulas de enchimentoVazamento na vedação18044%Alta72
5411Bomba de produtoCavitação18055%Média
653TampadoraTorque fora da especificação17565%Média63
768CLP e painelFalha de comunicação com a IHM12673%Média
874Esteira de entradaRuptura da corrente12080%Média
986Motor principal 30 cvQueima do motor9685%Baixa

Ranking dos maiores RPN com % acumulado e gráfico de Pareto.

TemaNesta planilhaNo Sismetro
2Histórico de falhasOcorrência estimada de memória na reunião.Histórico de OS e falhas por ativo, com MTBF e MTTR, para dar a nota de ocorrência com dados.
3Ações da FMEAAção, responsável e prazo numa coluna; ninguém é avisado.Ações registradas na gestão da qualidade, com responsável, prazo e status acompanhados.
4Controles preventivos'Incluir no plano' fica só escrito.A ação vira preventiva automática no cronograma ou item de checklist digital no app.
5DetecçãoInspeções em papel ou planilha.Leituras de controle e telemetria da SIA conectando equipamentos e sistemas para acompanhar a condição.
6Causa raizAnálise feita em outro arquivo.Não conformidades e falhas com análise de causa raiz e ações ligadas ao ativo.
7PadronizaçãoCada análise num modelo diferente.Playbooks padronizam como inspecionar e agir em cada tipo de falha.
✓Fórmulas prontas

Abra cada aba da planilha

Clique nas abas e veja o modelo por dentro, com o exemplo preenchido.

5 abas · valores do exemplo
sismetro-planilha-fmea.xlsx

Planilha de FMEA (análise de modos de falha e efeitos) para equipamentos e processos: para cada item e função, registre o modo de falha, o efeito, a causa e o controle atual, e dê notas de severidade (S), ocorrência (O) e detecção (D) de 1 a 10. A planilha calcula o RPN = S × O × D, a prioridade por faixas editáveis, o RPN depois da ação e o Pareto dos maiores riscos. O exemplo é a FMEA da envasadora de uma indústria de bebidas.

1. Monte a equipe (manutenção, operação, qualidade e segurança) e defina o escopo: equipamento, linha ou processo.

2. Na aba FMEA, liste item, função, modo de falha, efeito, causa e o controle que existe hoje.

3. Dê as notas S, O e D usando a aba Escalas. O RPN e a prioridade aparecem sozinhos.

4. Para as prioridades Alta e Média, defina ação, responsável e prazo; depois da ação, reavalie S, O e D.

5. Use o Pareto de RPN para escolher onde agir primeiro e revise a FMEA após falhas ou mudanças.

RPN = S × O × D (1 a 1.000). Prioridade Alta quando o RPN alcança a faixa alta ou quando a severidade é crítica (padrão: S ≥ 9, mesmo com RPN baixo); Média a partir da faixa média; senão Baixa. As faixas ficam na aba Escalas. RPN após = S × O × D reavaliados depois da ação; Redução = 1 − RPN após ÷ RPN.

Observação: o manual AIAG-VDA de FMEA (2019) substitui o RPN pela Prioridade de Ação (AP), que combina S, O e D em uma tabela própria em vez de multiplicar as notas. Se o seu cliente exige AIAG-VDA, use a tabela de AP do manual; esta planilha usa o RPN clássico, comum em FMEA de equipamentos e manutenção.

Legenda: amarelo claro = você preenche; cinza = fórmula (não apague).

Planilha resolve até certo ponto: quando precisar de alertas, app no celular e histórico, use o Sismetro grátis.

NotaSeveridade (S)Ocorrência (O)Detecção (D)
210Risco à segurança ou ao meio ambiente, sem avisoVárias vezes por semanaNão há controle ou a falha não pode ser detectada
39Risco à segurança ou descumprimento legal, com aviso; produto inseguro pode chegar ao clienteCerca de uma vez por semanaControle muito improvável de detectar (só por acaso)
48Parada total por longo período ou grande perda de produçãoAlgumas vezes por mêsInspeção visual esporádica
57Parada da linha ou produto não conforme que exige retrabalho ou sucataCerca de uma vez por mêsInspeção visual periódica sem critério definido
66Parada parcial ou queda relevante de desempenhoUma vez a cada 2 a 3 mesesInspeção periódica com checklist e critério de aceitação
75Perda moderada de desempenho ou reclamação internaUma vez a cada 6 mesesMedição manual periódica (termografia, vibração em rota)
84Pequena perda de desempenho, percebida pela maioria dos operadoresCerca de uma vez por anoMedição frequente com limites de alerta definidos
93Efeito pequeno, percebido por operadores atentosUma vez a cada 2 a 3 anosMonitoramento contínuo com alarme

Escalas de 1 a 10 editáveis e faixas de prioridade: RPN ≥ 200 = Alta, RPN ≥ 100 = Média, severidade ≥ 9 = Alta.

Item / equipamentoModo de falhaSODRPNPrioridadeRPN após
2Redutor principalTravamento do rolamento866288Alta72
3Válvulas de enchimentoVazamento na vedação954180Alta72
4TampadoraTorque fora da especificação755175Média63
5Esteira de entradaRuptura da corrente645120Média
6Sistema pneumáticoCilindro sem força ou lento578280Alta45
7Motor principal 30 cvQueima do motor83496Baixa
8Sensor de nível da enchedoraLeitura falsa84396Baixa
9CLP e painelFalha de comunicação com a IHM637126Média

RPN = S × O × D, prioridade por faixas editáveis, RPN após a ação, redução e situação da ação.

PosiçãoNºItem / equipamentoModo de falhaRPN% acumuladoPrioridadeRPN após
211Redutor principalTravamento do rolamento28817%Alta72
325Sistema pneumáticoCilindro sem força ou lento28034%Alta45
432Válvulas de enchimentoVazamento na vedação18044%Alta72
5411Bomba de produtoCavitação18055%Média
653TampadoraTorque fora da especificação17565%Média63
768CLP e painelFalha de comunicação com a IHM12673%Média
874Esteira de entradaRuptura da corrente12080%Média
986Motor principal 30 cvQueima do motor9685%Baixa

Ranking dos maiores RPN com % acumulado e gráfico de Pareto.

TemaNesta planilhaNo Sismetro
2Histórico de falhasOcorrência estimada de memória na reunião.Histórico de OS e falhas por ativo, com MTBF e MTTR, para dar a nota de ocorrência com dados.
3Ações da FMEAAção, responsável e prazo numa coluna; ninguém é avisado.Ações registradas na gestão da qualidade, com responsável, prazo e status acompanhados.
4Controles preventivos'Incluir no plano' fica só escrito.A ação vira preventiva automática no cronograma ou item de checklist digital no app.
5DetecçãoInspeções em papel ou planilha.Leituras de controle e telemetria da SIA conectando equipamentos e sistemas para acompanhar a condição.
6Causa raizAnálise feita em outro arquivo.Não conformidades e falhas com análise de causa raiz e ações ligadas ao ativo.
7PadronizaçãoCada análise num modelo diferente.Playbooks padronizam como inspecionar e agir em cada tipo de falha.

O que vem em cada aba

Toque numa aba para ver a prévia acima.

1Comece aquiExplica para que serve o FMEA, a sequência de preenchimento e a legenda de cores.
2EscalasTabelas de 1 a 10 para severidade, ocorrência e detecção e as faixas de prioridade (200 e 100 no modelo), editáveis.
3FMEAFunção, modo de falha, efeito, causa, controle e notas S, O e D. Calcula RPN, prioridade (S 9 ou mais vira Alta), RPN após a ação, redução e situação da ação.
4Pareto de RPNOrdena os modos de falha pelo RPN, com percentual acumulado e gráfico, para decidir por onde começar.
5Planilha x SismetroCompara o FMEA na planilha com ações acompanhadas, OS no app e planos de preventiva.

Como usar em 4 passos

Do download ao primeiro relatório, sem curso de Excel.

Escolha um equipamento críticoComece pelo ativo mais crítico ou pelo que mais falhou no ano.
Ajuste as escalasDescreva cada nota em frequência e impacto concretos antes da sessão.
Analise em grupoPreencha função, modo, efeito, causa e controle; dê as notas depois da discussão.
Feche o cicloDefina ações com dono e prazo e refaça as notas quando forem concluídas.

A planilha FMEA é um modelo em Excel para fazer a análise de modos e efeitos de falha de um equipamento ou de um processo: para cada função, você lista como ela pode falhar, o efeito, a causa e o controle que existe hoje, dá notas de severidade, ocorrência e detecção e a planilha calcula o RPN (número de prioridade de risco) para ordenar o que atacar primeiro. Depois das ações, as notas são refeitas e o RPN novo mostra se o risco caiu.

FMEA bem feito é trabalho de grupo: mantenedor, operador, engenharia e, no FMEA de processo, qualidade. A planilha não substitui a reunião, mas impede que ela termine sem registro e sem dono para as ações. O guia de como fazer um FMEA de equipamento passo a passo trata da condução das sessões; aqui o foco é a ferramenta.

O que tem em cada aba

AbaO que você encontra
Comece aquiPara que serve o FMEA, como preencher e a legenda de cores.
EscalasTabelas de 1 a 10 para severidade (S), ocorrência (O) e detecção (D), com descrição de cada nota, e as faixas de prioridade. Ajuste à realidade da planta antes da primeira sessão.
FMEAItem ou equipamento, função, modo de falha, efeito, S, causa, O, controle atual, D, RPN por fórmula, prioridade, ação recomendada, responsável, prazo, status da ação, as notas e o RPN depois da ação, a redução do risco e a situação da ação (Definir ação, No prazo, Atrasada, Reavaliar S/O/D, Concluída).
Pareto de RPNRanking dos maiores RPN com percentual acumulado, prioridade, RPN depois da ação e gráfico de Pareto.
Planilha x SismetroO que a planilha faz e o que a plataforma faz com as ações e com o histórico de falhas.

Como usar a planilha FMEA

  1. Escolha um equipamento ou uma etapa. Comece pelo ativo mais crítico ou pelo que mais falhou no último ano. FMEA da planta inteira de uma vez não termina nunca. A criticidade de ativos ajuda a escolher.
  2. Ajuste as escalas antes de reunir o grupo. "Ocorrência 7" precisa significar a mesma coisa para todos. A aba Escalas já descreve cada nota em termos concretos (na ocorrência, de "várias vezes por semana" para baixo); revise com a equipe.
  3. Descreva funções, não peças. "Bombear 40 m³/h de água de resfriamento a 3 bar" é uma função. "Bomba" não é. O modo de falha é a forma como a função deixa de ser cumprida.
  4. Para cada modo de falha, preencha efeito, causa e controle atual, e só depois dê as notas. Nota dada antes da discussão vira chute.
  5. Defina ações para os itens prioritários, com responsável e prazo. Quando a ação for concluída, refaça S, O e D na mesma linha. O RPN depois da ação é a prova de que o trabalho valeu.

Como calcular o RPN, com exemplo

RPN = S × O × D, cada nota de 1 a 10, então o RPN vai de 1 a 1.000. Exemplo numa bomba centrífuga de água de resfriamento:

CampoAntes da açãoDepois da ação
Modo de falhaVazamento pelo selo mecânicoVazamento pelo selo mecânico
CausaBomba operando a seco na partidaBomba operando a seco na partida
Controle atualInspeção visual semanalIntertravamento por nível mínimo e inspeção diária na rota
S × O × D7 × 5 × 67 × 3 × 3
RPN21063

A severidade não mudou, porque o efeito de um vazamento continua o mesmo. O que caiu foi a ocorrência (o intertravamento evita a partida a seco) e a detecção (a inspeção diária pega o gotejamento antes da falha). É assim que costuma ser: severidade só cai com mudança de projeto.

Prioridade por faixas e redução

A coluna de prioridade compara o RPN com as faixas da aba Escalas. No modelo, RPN a partir de 200 é Alta, a partir de 100 é Média e abaixo disso é Baixa; ajuste ao tamanho da sua análise. Há uma regra a mais, que vale manter: severidade 9 ou mais vira Alta mesmo com RPN baixo. Um modo de falha com S = 10, O = 2 e D = 4 tem RPN 80, bem abaixo dos 210 da bomba, e mesmo assim aparece como Alta. A bomba do exemplo sai de Alta (210) para Baixa (63), e a coluna Redução, 1 − RPN após / RPN, mostra 1 − 63/210 = 70%. Enquanto a ação não é concluída, a Situação da ação avisa se ela está no prazo ou atrasada; concluída sem as notas novas, pede Reavaliar S/O/D.

RPN ou Prioridade de Ação?

O manual de FMEA da AIAG e da VDA, publicado em 2019, substituiu o RPN pela Prioridade de Ação (AP), que combina S, O e D por meio de tabelas e dá mais peso à severidade. O motivo é justamente a distorção do exemplo acima: multiplicar as notas trata como iguais combinações de risco muito diferentes. Se a sua empresa segue esse manual (comum em fornecedores do setor automotivo), use a tabela de AP do próprio manual. Para manutenção de equipamentos, o RPN com a regra da severidade alta continua sendo um bom ponto de partida.

Erros comuns no FMEA

  • Confundir modo de falha, efeito e causa. "Rolamento quebrou" é causa de um modo de falha como "bomba não fornece vazão". Misturar os três gera linhas repetidas e notas incoerentes.
  • Detecção com nota baixa porque "alguém vai perceber". Detecção baixa exige um controle que detecte de fato, antes do efeito. Se não há inspeção, sensor ou teste, a nota é alta.
  • FMEA feito por uma pessoa só. Sai rápido e sai pobre. O operador conhece modos de falha que nunca chegaram a virar OS.
  • Ações sem dono nem prazo. O FMEA vira documento de auditoria e o RPN depois da ação nunca é preenchido.
  • Não revisar. Toda falha nova não prevista é sinal de que a análise precisa voltar à mesa.

Quando a planilha deixa de dar conta

Para analisar um equipamento por vez, a planilha serve bem. O limite aparece depois: as ações precisam ser executadas, as falhas reais precisam alimentar a ocorrência da próxima revisão e as tarefas definidas precisam virar plano de manutenção. Nada disso acontece dentro do arquivo. Se o FMEA faz parte de um programa de RCM, esse elo com a execução pesa ainda mais.

TemaNa planilhaNo Sismetro
Ações do FMEAResponsável e prazo numa colunaAções registradas na gestão da qualidade, com acompanhamento
Ações de manutençãoStatus digitado no escritórioAbertas como SS ou OS e executadas no app
Tarefas preventivas definidasCopiadas para outro planoPlanos de preventiva automáticos com cronograma
Falhas reaisBuscadas em outras planilhasHistórico completo de OS por equipamento
Procedimento novoDocumento à partePlaybooks com o passo a passo padronizado
Inspeções criadasLista impressaChecklists digitais com evidência
IndicadoresPareto de RPNMTBF, MTTR, disponibilidade e dashboards

Faça o primeiro FMEA nesta planilha. Quando as ações começarem a se perder entre e-mails e reuniões, teste o Sismetro grátis para acompanhar as ações e transformar as tarefas em plano. Para as ações fora da manutenção, a planilha 5W2H organiza o plano.

Planilha x Sismetro grátis

A planilha resolve o começo. Quando a rotina cresce, o Sismetro faz o mesmo trabalho sozinho, no celular e com histórico.

Nesta planilhaNo Sismetro
Ações do FMEAResponsável e prazo numa colunaAções registradas na gestão da qualidade, com acompanhamento
Ações de manutençãoStatus digitado no escritórioAbertas como SS ou OS e executadas no app
Tarefas preventivasCopiadas para outro planoPlanos de preventiva automáticos com cronograma
Falhas reaisBuscadas em outras planilhasHistórico completo de OS por equipamento
Procedimento novoDocumento à partePlaybooks com o passo a passo padronizado
IndicadoresPareto de RPNMTBF, MTTR, disponibilidade e dashboards

Para quem é esta planilha

Engenheiro de confiabilidadePCM que está implantando RCMEngenharia de processo e qualidadeSupervisor de manutenção com falhas repetitivas
4,5 no Capterra · 121 avaliações·Indústria de alimentos cliente: −25% no custo de manutenção·Disponibilidade de 76% para 93%

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre FMEA de processo e de equipamento?

O FMEA de processo analisa como cada etapa de fabricação pode falhar e afetar o produto. O de equipamento analisa como as funções de uma máquina podem falhar e afetar a operação. A planilha serve para os dois; muda o que vai na coluna de item ou função.

Qual RPN é considerado alto?

Não há número universal. A planilha vem com RPN a partir de 200 como Alta e a partir de 100 como Média, faixas editáveis na aba Escalas, e trata como Alta qualquer modo de falha com severidade 9 ou mais.

O RPN ainda é usado?

É, especialmente em manutenção. O manual AIAG-VDA de 2019 passou a usar a Prioridade de Ação (AP) no lugar do RPN, e empresas que seguem esse manual devem usar a tabela de AP dele.

De quanto em quanto tempo revisar o FMEA?

Sempre que houver falha não prevista, mudança de projeto ou de processo, e numa revisão periódica definida pela empresa. Um FMEA que não muda há anos provavelmente não está sendo usado.

A planilha funciona no Google Planilhas?

Funciona. O RPN é uma multiplicação simples e a prioridade usa SE. Confira o gráfico do Pareto depois de importar.

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